PLANO DE GESTÃO DE QUALIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS FÍSICOS E AMBIENTAIS DA CIDADE DE ARAMBARE/RS

 




PLANO DE GESTÃO DE QUALIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS FÍSICOS E AMBIENTAIS DA CIDADE DE ARAMBARE/RS “A historia, por mais isenta que possa parecer é inevitavelmente comprometida. Tanto a sua elaboração enquanto disciplina cientifica, como leitura, são hipóteses pautadas por compromissos políticos”. 




 SUMÁRIO. 


 A necessidade de estabelecer um PLANO DE GESTÃO DE QUALIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS FÍSICOS E AMBIENTAIS DA CIDADE DE ARAMBARÉ/RS possibilitará a oportunidade do envolvimento, desenvolvimento e crescimento da comunidade de Arambaré para melhor avaliar e compreender o que representa esta área em seus vários aspectos como núcleo urbano e rural e suas características regionais com as necessidades do ambiente construído.




 INTRODUÇÃO.


 Ao buscarmos analisarmos Arambaré é para melhor compreendermos o processo recente de desenvolvimento e crescimento que vem ocorrendo. Assim começamos a nos perguntar como isto se concretizara, dentro das peculiaridades urbanas e rurais, para melhor começarmos a fazer um exercício de futurologia, sobre que qualidade de vida encontrará no futuro. 





 PLANO DE GESTÃO DE QUALIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS FÍSICOS E AMBIENTAIS DA CIDADE DE ARAMBARÉ/RS possibilitará a oportunidade do envolvimento, desenvolvimento e crescimento da comunidade de Arambaré para melhor avaliar e compreender o que representa esta área em seus vários aspectos como núcleo urbano e rural e suas características regionais com as necessidades do ambiente construído, será motivada pela necessidade de reflexão sobre a dinâmica das cidades, sobre a urbanização e suas técnicas que devem ser aplicadas para uma melhor contribuição para a conscientização da comunidade quanto ao valor da qualidade de vida,para podermos refletir na dinâmica de áreas urbanas que devem ser aplicadas para a orientação, com a interpretação das necessidades humanas. 




 OBJETIVO. 

 Arambaré é um conjunto de unidades que vem desenvolvendo-se e transformando-se em busca de dimensionar os espaços existentes. Que podem ser o construído, fechado e, em maior ou menor grau, (salas de aula, oficinas, bares, restaurantes); o aberto, de uso coletivo (ruas, becos, áreas abertas de convivência, praça, jardins), estas duas referências servem para sinalizar e representar o urbano e rural presente e não estabelecer-se relações diferenciadas. As manifestações, características de um grupo a que servem para distingui-los, em relação a quem é de fora e para a comunidade de Arambaré, sempre estarão referidas a conceitos de “abertura” dos espaços. Estes espaços poderão se dar em locais públicos ou naqueles que, por força de um uso especial, poderão ser vistos “como se fossem públicos”: Jogos, reuniões, festas,congressos,seminários , encontros, cerimônias e atividades conjuntas que se oponham às idéias de privacidade e de intimidade encontram o seu lugar ideal. 



AVALIAÇAO. 

Os problemas das cidades, inseridas em contextos culturais pouco estratificados em processo acelerado de transformação com cortes profundos em áreas ambientais, demolições extensas, novas construções inadequadas, tem sido feitas nas cidades ao longo dos últimos anos, sem que fossem determinados por uma reflexão mais profunda, sem que fossem determinados por uma reflexão mais profunda, sem que tenham sido levadas em conta apelos, advertências e criticas fundamental de órgãos representativos. A sociedade, esta pagando um alto preço por este tipo de confusão, monotonia da chamada arquitetura contemporânea, na cópia de produtos industriais, nos modelos iguais em nome da economia da produção em massa. Há necessidade de refletir, que construir não implica necessariamente em fazer, não pressupõe sempre mudar, mas, muitas vezes, apenas conscientizar a conservar o já existente. Através do contato de novas técnicas, métodos, diagnósticos e padrões de analise tecnológica dos materiais e das condições locais é que poderemos dar início à reciclagem técnica e profissional, para melhor nos habilitarmos futuramente para trabalharmos em pesquisa e repassarmos o conhecimento para as futuras gerações. Quanto melhor estivermos habilitados hoje, melhor poderemos trabalhar. Caberá a Prefeitura Municipal de Arambaré através do PLANO DE GESTÃO DE QUALIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS FÍSICOS E AMBIENTAIS DA CIDADE DE ARAMBARE/RS identificar atividades físicas, culturais e ambientais produtivas que passam pela revitalização e recuperações das edificações, assim como também pela utilização de áreas em espaço aberto. Arambaré como núcleo urbano ampliou-se mais ainda, no sentido de uma abrangência ainda maior visando a preservar o habitat ambiental e físico, inserido em uma cidade com sua paisagem natural e aquela que foi sendo edificada pelo homem, ao longo dos séculos. 





 PLANO DE GESTÃO DE QUALIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS FÍSICOS E AMBIENTAIS DA CIDADE DE ARAMBARE/RS :

 1- Levantamento e analise de aspectos físicos e ambientais para conhecimento do universo do trabalhado abrangendo: - Características físicas, econômicas, sociais, políticas e culturais, - Inventário e morfologia dos conjuntos arquitetônicos; 

 2- Pesquisa específica sobre elementos integrantes da paisagem ou do padrão arquitetônico nos espaços públicos: - Tipologias e técnicas, - Desenho e localização de mobiliário urbano, - Placas de sinalização, iluminação publica, arborização, etc.; 

3- Investigação de sítios naturais ligados que mereceriam proteção e reutilização adequadas; 

4- A serem pesquisados, conjuntos de documentos, equipamentos, produção cultural e econômica a ser pesquisada e avaliada a memória cultural da instalação de Arambaré; 

5- Análise em escala territorial para chegar ás precipitações arquitetônicas como com um sistema mais vasto de transformação e ocupação territorial, através de 5 perímetros a serem protegidos coincidindo com os sistemas paisagísticos, efetivar de forma real. 





PROPOSTA 

 O crescente aumento de necessidades da cidade de Arambare tem provocado, nas suas construções modificações na trama urbana, através do alargamento das vias ou da abertura de novas avenidas ou eixos viários, trazendo conseqüências ao acervo edificado e ao meio urbano.





 Procedimentos Metodológicos. 

1 – Estudo histórico e cultural : Levantamento de dados históricos sobre o município a ser trabalhado, através de : pesquisa bibliográfica, documental e fotográfica relativa às cidades (textos, gravuras, fotos, documentos de diversas épocas). 

2 - Estudo e proposta de intervenção:

 2.1. Estudos sócios - econômicos jurídicos e perfil administrativo do campus do vale;

 2.1.1. Crescimento, distribuição, densidade, tipo, antecedentes, composição; 

 2.2.2. Atividades, educação, costumes, condições de higiene, alimentação, anseios;

 2.3.3. Saúde, atividades produtivas, salubridade;

 2.4.5. Estudos comparativos das características da população nas diferentes épocas;

 2.5.6. Gráficos.

 3 - Verificação das transformações urbanas:

 3.1. Descaracterização construtiva; 

 3.2. Reconstituição das fases de desenvolvimento cronológico; 

 3.3. Transformação do solo.

 4 - Reconhecimento gráfico da área física dos núcleos urbano: 

4.1. Mapeamento; 

4.2. Sistema viário; 

4.3. Uso do solo; 

4.4. Zoneamento; 

 4.5. Salubridade;

 4.6. Fluxos de circulação;

 4.7. Equipamentos urbanos; 

 4.8. Atividades; 

 4.9. Tipo de propriedades de imóveis; 

 4.10. Tipologia das construções;

 4.11. Levantamento específico do “sítio histórico”;

 4.12. Evolução urbana; 

 4.13. Estudo das técnicas construtivas;

 4.14. Estudo morfológico da cidade.

 5 - Levantamento das edificações:

 5.1. Estado de conservação dos imóveis – comparativo; 5.2. Intervenção e descaracterização – transformação; 

 5.3. Pesquisa de diferentes períodos de construção; 

 5.4. Levantamento cronológico; 

 5.5. Levantamento tipológico de intervenção; 

 5.6. Documentação de diferentes técnicas construtivas; 

 5.7. Estudo de elementos diferentes compondo as épocas. 

6 - Determinar a localização de sítios arqueológicos e sítios naturais que potencialmente podem ser transformados em parques. 

7 7 - Verificar a configuração de eixos possíveis de penetração (solo, acesso, recursos hídricos, etc.);

 8 - Verificar a cronologia e sentido de ocupação;

 9 - Delimitações de perímetros de possível expansão do entorno dos eixos (topografia e distribuição);

 10 - Estudar vínculos físicos do território e sua formação do ambiente natural; 

11 - Realizar diagnostico das áreas em estudo, através de analise dos dados, acima considerados, hierarquizando e priorizando as intervenções. 

12 - Interpretação dos dados coletados. Definição das dificuldades futuras que possam interferir nas pretensões de não descaracterização das áreas e que visem orientar o desenvolvimento equilibrado. 






CONCLUSÃO 

 Há necessidade de novas alternativas em defesa dos valores físicos, culturais sociais e ambientais na identidade de Arambaré como integração do desenvolvimento e crescimento urbano, adaptando-se assim as novas necessidades contemporâneas em função de uma realidade de investigação e experimentação, objetivando as gerações futuras á subsistência dos elos que estabeleceram a continuidade da corrente civilizadora, e que, darão ao homem, diante das mudanças da sociedade a sensação de segurança necessária em seu contínuo evoluir. É necessário, portanto, conservar os ambientes cujos valores o passado já tenha consagrado como indispensáveis ao equilíbrio emocional e crescimento cultural do homem, em sendo assim, é que nos propomos desenvolver PLANO DE GESTÃO DE QUALIFICAÇÃO DOS ESPAÇOS FÍSICOS E AMBIENTAIS DA CIDADE DE 8 ARAMBARE/RS e assim podermos ultrapassar o procedimento metodológico da nossa realidade e tentar atribuir novas perspectivas . 





 Arambaré/RS 

Verão de 2022/2023 

Jose Geraldo Vieira da Costa 

CAU Nº A221749-0

 Arquiteto e Urbanista

Credito das Fotos: Mendes Filho.

Colaboração / ARAMBARÈ - Vou te fotografar

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